Governo anuncia ajuda a empresários atingidos pelo tarifaço dos EUA

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Os ministros Márcio Elias Rosa e Mauro Vieira, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin Imagem: Gabriela Biló/Folhapress

EUA indicam que tarifa pode mudar segundo reação do Brasil

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) afirmou que a tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros poderá ser reduzida ou ampliada, dependendo da resposta do Brasil às práticas questionadas na investigação comercial. Segundo o órgão, mudanças nas políticas brasileiras podem levar à revisão da medida, enquanto uma eventual retaliação pode resultar em novas sanções. O governo Lula já anunciou que pretende acionar a Lei da Reciprocidade, mas mantém a disposição para negociar. Paralelamente, o USTR conduz outra investigação que pode resultar em outra taxa de 12,5% por falha na proibição de importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Leia mais na Folha.

Tarifaço dos EUA cai na conta de Flávio Bolsonaro

A decisão de Donald Trump de sobretaxar produtos brasileiros gerou uma disputa de narrativas entre governistas e bolsonaristas com mais de 21,4 milhões de citações nas principais redes sociais, com 7 milhões de menções ou interações com a palavra ‘TariFlávio’. O levantamento foi feito a pedido da colunista do UOL Tatiana Farah e mostra que bolsonaristas têm tentado reverter a crise, usando o argumento do secretário americano marco Rubio, que disse que Lula teria agido de má-fé e colocado “seu próprio ego” à frente das negociações que resultaram no tarifaço. Do outro lado, políticos aliados do presidente têm respondido com afirmações de que a família Bolsonaro teria atuado para sancionar o Brasil.

Comissão aprova adicional na aposentadoria para mães

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que prevê um adicional de 5% na aposentadoria ou pensão de seguradas do INSS que tenha filho. O percentual é limitado a até três filhos e pode chegar a 15%. A proposta ainda precisa passar por outras três comissões antes de seguir para o Senado e valerá para benefícios concedidos após a eventual entrada em vigor da lei. Para receber o adicional, a segurada deverá comprovar dedicação direta ao cuidado dos filhos, biológicos ou adotivos. O autor do projeto afirma que a medida busca compensar os impactos da maternidade sobre a trajetória profissional e previdenciária das mulheres. Saiba mais na Folha.



FONTE UOL

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