Calor extremo ameaça região produtora do parmesão na Itália

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Avaliador inspeciona queijo parmesão em Montecavolo di Quattro Castella Imagem: Matteo Minnella/Reuters

Mais de 500 mil formas de Parmigiano Reggiano, com valor total superior a 300 milhões de euros, estão armazenadas nos dois armazéns operados pela Magazzini Generali delle Tagliate (MGT), unidade do Credito Emiliano, nas províncias de Reggio Emilia e Modena.

“Durante as ondas de calor mais intensas deste ano, nosso consumo diário de energia aumentou cerca de 30%”, afirmou o diretor da MGT, Giancarlo Ravanetti.

“Para tornar nossas instalações o mais eficientes possível em termos energéticos, aprimoramos nossos sistemas de refrigeração e caldeiras, melhoramos o isolamento dos edifícios e aumentamos a produção de energia renovável”, acrescentou.

‘Não queremos ser a última geração a consumi-lo’

Os armazéns climatizados da região se tornaram instituições, conhecidos coletivamente como o “Banco do Parmigiano”. Por trás de suas paredes, tecnologia e tradição andam de mãos dadas.

Cada forma de Parmigiano Reggiano passa por rigorosas inspeções de qualidade — incluindo exames de raios X — para descartar defeitos. O queijo é verificado semanalmente por especialistas que batem em cada forma com pequenos martelos, prestando atenção a sinais de falhas que possam ter surgido durante o processo de maturação.

FONTE UOL

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