Nesta Copa, a maior variação da carga até então ocorreu ontem, durante a partida contra a Escócia, que terminou com vitória da seleção brasileira por 3 a 0 e classificação para a próxima fase do torneio.
A mobilização para o jogo levou a uma queda máxima de 14,4% em relação à carga de referência, percentual maior do que os verificados para as partidas anteriores, de 9,6% no confronto da seleção com o Haiti e de 8,6% contra o Marrocos.
Segundo o ONS, ontem, a carga de energia no Brasil caiu 7.000 MW, para cerca de 91 mil MW, entre 18h30 e 19h, horário de início da partida com a Escócia — uma redução equivalente à carga média de todo o estado de Minas Gerais.
A queda continuou durante o primeiro tempo do jogo, mas no intervalo, por volta de 19h53, a demanda apresentou uma elevação abrupta, de 5.632 MW, em apenas nove minutos.
Esse foi o maior valor de rampa de elevação de carga em intervalos de jogos do Brasil em relação às últimas três Copas do Mundo, equivalente à soma das cargas médias dos estados de Santa Catarina e Mato Grosso, destacou o ONS.
Ainda ontem, a carga atingiu um valor mínimo de 78.236 MW e, após o encerramento do jogo, a partir das 21h02, houve novo crescimento, da ordem de 8.546 MW, em aproximadamente 18 minutos.


