Boeing tem prejuízo no 2º trimestre de 2026 e fica abaixo do esperado

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Receita avançou para US$ 24,56 bilhões, puxada por mais entregas de aviões comerciais. O valor representa alta de 8% em um ano e ficou levemente acima da estimativa de US$ 24,26 bilhões. Imagem: Divulgação

Geração de caixa melhorou e a empresa voltou a registrar fluxo de caixa livre positivo. O fluxo de caixa operacional somou US$ 1,36 bilhão, e o fluxo de caixa livre foi de US$ 631 milhões, ante saída de US$ 200 milhões no segundo trimestre de 2025.

Carteira de pedidos atingiu recorde de US$ 715 bilhões, com mais de 6.200 aviões comerciais. A divisão de aviões comerciais teve receita de US$ 11,75 bilhões e fez 171 entregas no trimestre, acima das 150 de um ano antes.

Área de Defesa, Espaço e Segurança cresceu em receita, mas teve prejuízo operacional. O segmento faturou US$ 7,48 bilhões, alta de 13%, e registrou perda operacional de US$ 15 milhões, após reconhecer US$ 280 milhões em perdas no programa VC-25B, que vai substituir o Air Force One.

Resultados do semestre e produção

No acumulado do primeiro semestre, a Boeing reduziu o prejuízo e aumentou a receita. A empresa reportou perda líquida de US$ 435 milhões no acumulado de 2026, com receitas de US$ 46,8 bilhões, alta de 11%.

Ritmo de produção do 737 entrou em transição para 47 aeronaves por mês. A Boeing também colocou em produção inicial, em julho, uma linha adicional de montagem do programa, em baixa cadência.

FONTE UOL

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