Tarifaço ameaça cota preferencial de 150 mil toneladas de açúcar de N e NE

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Açúcar estocado no porto de Maceió Imagem: Mônica Suruagy/Porto de Maceió

Ele afirma que a cota corresponde a 10% do açúcar produzido nas regiões e a 15% do valor arrecadado pelas exportações. Metade dela é cumprida por Alagoas, maior produtor das duas regiões e que tem no setor a sua principal atividade economia industrial.

“Sensibilizamos os importadores americanos de açúcar bruto a nos apoiar, no que fomos atendidos: eles pleitearam ao governo americano retirar o açúcar dessa taxação”, afirma.

Caso não entre na isenção, Pedro diz que os brasileiros serão taxados, além dos 25% anunciados, em mais 12,5% sobre trabalho escravo, totalizando um imposto de 37,5%.

Como a colheita da safra ainda vai começar, não há como antecipar as vendas para escapar da taxação. A previsão é que os embarques só comecem em outubro.

Na safra 25/26, ele diz que os produtores já tiveram prejuízos com a tarifação de 50%, e que um novo episódio pode gerar prejuízos irreversíveis.

Essa perda de renda foi muito relevante e exigiu uma política contracionista de custos, inclusive nos empregos. Isso impactou fortemente a composição da receita das empresas e no repasse correspondente aos fornecedores de cana.
Pedro Robério



FONTE UOL

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