“O que está diferente agora, em comparação com o início do conflito, é que o Irã está atacando navios que utilizam a rota de Omã, em vez de ter como alvo todos os navios, o que significa que os navios passarão cada vez mais a optar pela rota iraniana ou a transitar de forma discreta ao atravessarem o estreito”, disse Xavier Tang, analista sênior de mercado da Vortexa.
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