Varejo tem pior junho desde pandemia, apesar de Copa e festas juninas

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Queda em junho foi a pior desde a pandemia de Covid-19 Imagem: Agência Brasil

Para o vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo, Carlos Alves, os números semestrais ilustram um quadro de enfraquecimento do consumo. “Isso mostra que a renda do brasileiro está pressionada pela inflação e os efeitos são sentidos pelo varejo”, explica.

Serviços em baixa

Entre os macrossetores analisados pela Cielo, serviços teve o desempenho mais fraco em junho, com retração real de 9,1%. Já o ICVA de bens duráveis e semiduráveis cedeu 3,4%, enquanto o de bens não duráveis registrou queda marginal de 0,1%.

“Itens essenciais apresentam maior resiliência, enquanto categorias mais discricionárias, especialmente ligadas a serviços, lazer e mobilidade, seguem mais sensíveis ao orçamento das famílias”, ressalta Alves.

Em relação aos canais, as vendas online cresceram 9,2% em termos nominais no mês passado, de acordo com o ICVA. As do varejo físico, por sua vez, subiram 1,0%, também em termos nominais.

FONTE UOL

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