Ele explicou que, de acordo com as últimas negociações, a ideia é ajudar mais quem teve perdas comprovadas com mudanças climáticas. Será exigida uma comprovação dessas perdas. “Eu não posso admitir que dinheiro público seja uma espécie de auxílio a quem não comprove perda, então vai ter que ter comprovação”, disse.
Além disso, também terá direito à renegociação rural quem teve danos de mais de 30% em razão de mudanças de preços. Os produtores com prejuízo climático terão 10 anos para renegociação, com 2 de carência.
A renegociação terá limite de R$ 8 milhões por CPF para quem teve perda climática, de R$ 4 milhões para demais.
A medida provisória da renegociação, que deve sair nas próximas semanas, determina a bancos que aceitem garantias de operações anteriores, inadimplentes. E também determinará a bancos proporcionalidade na exigência de garantias.
Ele disse ainda que o governo prevê a criação de um fundo garantidor para produtores rurais.
“Para frente, para estruturarmos o setor para o futuro, estamos prevendo um fundo garantidor como existe o FGC Fundo Garantidor de Créditos para os bancos, para que o governo, os bancos e também o setor privado vá capitalizando um fundo que sirva como um fundo de primeiras perdas para o setor”, completou.


