A campanha foi construída a partir de estudos do projeto Mediversidade e de relatos reais de pacientes. As evidências foram transformadas em um projeto editorial, inspirado nos tradicionais atlas médicos.
O projeto ficou com o prêmio máximo da categoria “Glass: The Lion for Change” do festival. A categoria reconhece trabalhos criativos que enfrentam a desigualdade e o preconceito por meio do fortalecimento de comunidades consideradas marginalizadas.
É o segundo Grand Prix do projeto na história do evento. Em 2025, a iniciativa venceu o Grand Prix de Industry Craft, além de ficar com dois Ouros (em Design e em Health & Wellness) e um Bronze (também em Health & Wellness).
Livro, filme e mais
No livro “Nigrum Corpus – Um estudo sobre racismo na medicina brasileira”, a agência criou “doenças” fictícias com nomenclatura em latim para representar práticas racistas recorrentes na assistência à saúde. As páginas combinam textos, ilustrações anatômicas e fotografias de corpos negros para questionar os vieses presentes na formação médica. O e-book, com 105 páginas, pode ser baixado na página da Idomed.
Iniciativa foi além da publicação impressa. A Artplan desenvolveu um ecossistema de comunicação que incluiu o curta-metragem Corpo Preto, exibido em sessões seguidas de debates com especialistas, além de ações de mídia exterior, ativações com influenciadores, palestras, exposições e distribuição do livro para faculdades de medicina.


