O PMCTA
Segundo Thalita Furtado, coordenadora do PMCTA, o programa foi criado para consolidar, de forma integrada, as informações geradas pelas diferentes empresas do setor. “Ele junta todos os dados das operadoras para que a gente tenha análises macrorregionais”, afirmou.
Na prática, o PMCTA reúne informações sobre voos, passageiros e movimentação de cargas transportadas por helicópteros que atendem plataformas e embarcações de petróleo. A consolidação permite acompanhar a evolução da atividade offshore e medir seus efeitos sobre aeroportos e heliportos utilizados pela indústria.
A iniciativa também ajuda a compreender o grau de dependência de determinados aeroportos em relação ao setor de óleo e gás. Alguns terminais têm parte significativa de sua movimentação ligada à atividade offshore, enquanto outros possuem operações mais diversificadas. O monitoramento permite identificar mudanças nessa dinâmica ao longo do tempo e avaliar seus impactos econômicos e logísticos nas regiões atendidas.
De acordo com Thalita, a principal contribuição do programa é criar uma base de dados inédita sobre a aviação offshore brasileira. “A importância desse programa está em montar uma base de dados consolidada do cenário que a gente tem hoje, de uma indústria tão importante, principalmente no tráfego aéreo”, disse.


