Em 2020, ele foi solto por decisão do desembargador Divoncir Schreiner Maran, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, que determinou sua ida para a prisão domiciliar sob monitoramento por tornozeleira eletrônica. Palermo rompeu o dispositivo e estava foragido desde então.
Hoje, o magistrado é investigado por suspeita de ter agido em conluio com o sequestrador, que também é apontado como ligado ao PCC.
Relembre o sequestro a seguir.
O voo
O voo 280 era operado por um Boeing 737 da Vasp, que havia partido do aeroporto de Foz do Iguaçu com destino a São Luís, no Maranhão. Ele faria escalas em Curitiba, Rio de Janeiro e Brasília antes do destino final.
A bordo estavam 61 passageiros e seis tripulantes, além de nove malotes de dinheiro do Banco do Brasil transportados no porão, sob custódia de uma empresa de transporte de valores. Metade das pessoas a bordo era composta por passageiros estrangeiros, principalmente italianos, alemães e espanhóis, que estavam a turismo na região.


