Segundo técnicos do antitruste, a Petrobras quer barrar a fusão por considerar que ela acarretará uma concentração excessiva, restringindo a concorrência e encarecendo preços.
A junção das companhias está sendo analisada por autoridades concorrenciais de outros países que também são fortes na exploração de óleo e gás.
Na avaliação da superintendência, haverá rivalidade entre os concorrentes remanescentes desse segmento e, acima de tudo, poder de barganha da petroleira brasileira.
Inicialmente, a superintendência encaminhou questionamentos a todas as empresas envolvidas porque, em sua análise prévia, não estava claro se haveria concentração acima de 20%.
A Petrobras encaminhou diversos documentos em que apontou riscos para seu negócio caso a fusão fosse aprovada.
A estatal e todas as suas concorrentes uniram forças (via IBP, o Instituto Brasileiro do Petróleo) para pressionar o Cade a rejeitar integralmente a fusão.


