Segundo Aguiar, a mudança para o modelo de franquias reduziu o trabalho em relação ao antigo formato de “sócio cotista”, mas trouxe a necessidade de ampliar suporte a franqueados sem abrir mão do jeito de operar da rede.
“Todo esse carinho, esse cuidado que a gente sempre teve nesse nosso negócio, agora é na mão de franqueados que precisam abraçar essa missão da mesma forma”, diz.
A CEO afirma que, na operação, um dos irmãos atua na expansão da marca, enquanto o outro à tecnologia, enquanto os pais ficam na supervisão.
A gente quer continuar crescendo de forma honesta, de forma ética, tanto para concorrentes quanto internamente com os nossos colaboradores, com os nossos clientes. Não precisa o nosso funcionário lá na porta do concorrente panfletar, querer arrancar aluno do concorrente. Ainda mais no nosso mercado, onde 95% das pessoas não estão em academia nenhuma. Priscila Aguiar
Para escolher onde abrir novas unidades, Aguiar afirma que a rede usa um sistema que analisa circulação de pessoas, potencial e concorrência, além de precificação. Mas diz que a decisão ainda passa por sensibilidade e leitura da região.
Ela afirma que a Academia Gaviões funciona tanto em bairros nobres quanto em áreas de periferia. O plano inicial era atacar capitais antes de avançar para o interior, mas a demanda de franqueados acabou mudando parte do caminho.


